terça-feira, 19 de novembro de 2013

O que é o Ciclo de vida?

Ciclo de vida é o conjunto de transformações porque podem passar os indivíduos de uma espécie para assegurar a sua continuidade.

Algumas definições se referem especificamente ao ciclo de vida do indivíduo, inclusivamente considerando o seu final com a morte do organismo; outras se centram no processo de reprodução sexuada, apesar de referirem os ciclos de vida assexuados.

Na realidade, conhecem-se variados tipos de ciclos de vida e, em muitos casos, existe alternância, ou mesmo coexistência no mesmo indivíduo, de gerações sexuadas e assexuadas. No caso das angiospermas, por exemplo, é frequente que a mesma planta que produz sementes, produza também estolhos outra forma de reprodução assexuada. Mas é através da reprodução sexuada que as espécies conseguem manter a variabilidade genética necessária à sua sobrevivência, não só através da troca de genes entre diferentes indivíduos, pela cariogamia, mas também pela recombinação que é possível durante a meiose.

Ciclos de vida dos organismos eucariontes

De acordo com a nomenclatura proposta por Nils Svedelius, do ponto de vista da ploidia, ou seja, do número de complementos cromossómicos nas células, podem considerar-se três tipos de ciclos de vida nos organismos que se reproduzem sexuadamente:
ciclo de vida haplobionte, em que há apenas um tipo de organismo adulto.
ciclo de vida haplobionte haplonte, se a forma adulta é haplóide.
ciclo de vida haplobionte diplonte, se a forma adulta é diplóide.
ciclo de vida diplobionte, em que há dois tipos de forma adulta, uma haplóide e outra diplóide.

Existe alguma confusão na literatura entre as palavras "haplobionte" e "diplobionte", que são muitas vezes associadas respetivamente a indivíduos haploides e diploides. No entanto, a palavra haplobionte tem origem na língua grega e significa "seres simples", ou seja, que apresentam apenas um tipo de indivíduos, sejam haploides (ou haplontes) ou diploides (diplontes). A palavra "diplobionte" indica seres vivos com um ciclo duplo, ou seja, em que aparecem alternadamente indivíduos haploides e diploides. As palavras "haplodiplonte" e "haplodiplobionte" são ambíguas e devem, portanto, ser evitadas.

Nos diversos ciclos de vida, a meiose ocorre num determinado momento. Por esse motivo a meiose tem diferentes denominações, dependendo dos ciclos de vida. Assim sendo, no ciclo de vida haplobionte-haplonte a meiose é pós-zigótica ou inicial, no haplobionte-diplonte é pré-gamética ou final e no diplobionte é pré-espórica ou intermediária.
Ciclo de vida haplobionte haplonte (H,h)

Muitos protistas e fungos apresentam todas as células somáticas haploides. Nestas espécies, apenas o zigoto, formado pela fusão de gametas, é diploide; e normalmente sofre imediatamente meiose para formar esporos (células haploides) que darão origem aos novos indivíduos por mitoses. Este ciclo recebe denominações etmologicamente erradas como ciclo haplôntico, ciclo haplobiôntico, etc.
Ciclo de vida haplobionte diplonte (H,d)

Nos animais e alguns protistas, todas as células somáticas são diploides. Os animais e algumas algas possuem, no entanto, uma linhagem de células germinativas, que vão dar origem aos gametas por meiose. Este ciclo recebe denominações etmologicamente erradas como ciclo diplôntico, ciclo diplobiôntico, etc.
Ciclo de vida diplobionte (D,h+d)

As plantas vasculares, os briófitos e algumas algas apresentam alternância de gerações entre indivíduos diploides, que produzem esporos haploides por meiose, o esporófito, e indivíduos haploides que produzem gametas por mitose, o gametófito.

Nas plantas vasculares, apenas os pteridófitos apresentam indivíduos diploides e haploides separados, respetivamente o indivíduo adulto e o protalo. Nas espermatófitas, o gametófito feminino, representado pelo tecido nutritivo haploide (gimnospermas) ou pelo saco embrionário (angiospermas) e o gametófito masculino, representado pelo tubo polínico (gimnospermas e angiospermas), são "parasitas" do esporófito, enquanto que nos briófitos, o esporófito está representado pelo indivíduo formado pelo pé, pela seta e pela cápsula, onde existem esporângios que formam esporos haploides por meiose. O esporófito se desenvolve a partir do zigoto, nos tecidos do gametófito, que é a forma adulta. Este ciclo recebe denominações etmologicamente erradas como ciclo haplodiplôntico, ciclo haplodiplobiôntico, ciclo haplodiplonte, etc.
Ciclos de vida dos protozoários[editar]

Em muitos protozoários, não se conheçe a reprodução sexuada, uma dos modos já observada foi a fissão binária, em que apenas ocorre a mitose do núcleo; em muitos outros, no entanto, observam-se várias formas de reprodução sexuada, ocorrendo principalmente quando as condições ambientais são adversas.. Podemos assim dizer que, nestes organismos a reprodução é uma alternância de gerações assexuadas e sexuadas.

Para além da fissão binária, foram ainda observadas outras formas de reprodução assexuada, como o brotamento, em que uma célula continua as suas funções vitais, enquanto o núcleo se divide e migra para a membrana, onde se forma uma larva que posteriormente se liberta. Noutras espécies, como o Plasmodium (o organismo responsável pela malária), ocorrem múltiplas mitoses na mesma célula, dando origem a uma multidão de esquizoítos, num processo conhecido como esquizogonia.

No que respeita a reprodução sexuada, forma igualmente observadas várias modalidades, em que existe união de duas células. Em alguns casos, como na paramécia e outros ciliados, o micronúcleo sofre meiose e núcleos-filhos são trocados, para depois se juntarem dentro de cada uma das células; pode considerar-se este processo como um tipo de conjugação, em que as células parentais mantêm a sua individualidade. Noutros casos, as células sofrem uma singamia completa, dando origem a uma célula zigótica; nalgumas espécies não existe diferenciação, mas noutras observa-se anisogamia, com a formação de células (ou "sexos") diferentes.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_de_vida

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O que é Intertextualidade?

Pode-se definir a intertextualidade como sendo a criação de um texto a partir de outro já existente. Dependendo da situação, a intertextualidade tem funções diferentes que dependem muito dos textos/contextos em que ela é inserida.

Evidentemente, o fenômeno da intertextualidade está ligado ao "conhecimento do mundo", que deve ser compartilhado, ou seja, comum ao produtor e ao receptor de textos. O diálogo pode ocorrer ou não em diversas áreas do conhecimento, não se restringindo única e exclusivamente a textos literários.

Na pintura tem-se, por exemplo, o quadro do pintor barroco italiano Caravaggio e a fotografia da americana Cindy Sherman, na qual quem posa é ela mesma. O quadro de Caravaggio foi pintado no final do século XVI, já o trabalho fotográfico de Cindy Sherman foi produzido quase quatrocentos anos mais tarde. Na foto, Sherman cria o mesmo ambiente e a mesma atmosfera sensual da pintura, reunindo um conjunto de elementos: a coroa de flores na cabeça, o contraste entre claro e escuro, a sensualidade do ombro nu etc. A foto de Sherman é uma recriação do quadro de Caravaggio e, portanto, é um tipo de intertextualidade na pintura.

Na publicidade, por exemplo, em um dos anúncios do Bom Bril, o ator se veste e se posiciona como se fosse a Mona Lisa de Leonardo da Vinci e cujo slogan era "Mon Bijou deixa sua roupa uma perfeita obra-prima". Esse enunciado sugere ao leitor que o produto anunciado deixa a roupa bem macia e mais perfumada, ou seja, uma verdadeira obra-prima (se referindo ao quadro de Da Vinci). Nesse caso pode-se dizer que a intertextualidade assume a função de não só persuadir o receptor como também de difundir a cultura, uma vez que se trata de uma relação com a arte (pintura, escultura, literatura etc).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Intertextualidade

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O que é a Mitose?

A mitose é um processo de divisão celular, característico de todas as células somáticas vegetais e animais. É um processo contínuo que é dividido didaticamente em 5 fases: Profáse, metáfase, anáfase, telófase e intérfase nas quais ocorrem grande modificações no núcleo e no citoplasma. O desenvolvimento das sucessivas fases da mitose são dependentes dos componentes do aparelho mitótico
Aparelho Mitótico

O aparelho mitótico é constituído pelos fusos, centríolos, ásteres e cromossomos. O áster é um grupo de microtúbulos irradiados que convergem em direção do centríolo.

As fibras do fuso são constituídas por:

1. microtúbulos polares que se originam no polo.
2. Microtúbulos cinetecóricos, que se originam nos cinetecóro
3. Microtúbulos livres.

Cada cromossoma é composto por duas estruturas simétricas: as cromátides, cada uma delas contém uma única molécula de DNA. As cromátides estão ligadas entre si através do centrômero, que é uma região do cromossoma que se liga ao fuso mitótico, e se localiza num segmento mais fino denominado de constricção primária.

Fases da Mitose
Prófase

A prófase começa com o aumento do volume nuclear e com a condensação da cromatina, formando os cromossomos.

Verifica-se que cada cromossomo é constituído de duas cromátides unidas pelo centrômero, o que significa que a duplicação dos cromossomos ocorreu antes da prófase, ou seja, na intérfase.


No citoplasma, o início da prófase é marcado pela duplicação dos centríolos, que se envolvem radialmente pelas fibras do áster. Cada um dos centríolos resultantes vai migrando para os pólos opostos da célula.

Durante a migração dos centríolos, o hialoplasma vai formando entre eles um conjunto de fibras, constituindo o fuso mitótico. A carioteca se fragmenta e o fuso passa a ocupar a zona axial da célula.

Metáfase

Os cromossomos atingem seu grau máximo de condensação e se colocam no equador do fuso. Pelo centrômero os cromossomos estão ligados às fibras do fuso. Há dois tipos de fibras no fuso: as contínuas, que vão de centríolo a centríolo, e as cromossômicas, que vão de centríolo a centrômero (Fig. 2).

Anáfase

A anáfase começa pela duplicação dos centrômeros, libertando as cromátides, que agora passam a ser denominadas cromossomos-filhos. Em seguida, as fibras cromossômicas encurtam, puxando os cromossomos para os pólos do fuso.

Telófase

Agora, os cromossomos chegam aos pólos e sofrem o processo de descondensação. A membrana nuclear reconstitui-se a partir do retículo endoplasmático. Os nucléolos tomam a se formar na altura da constrição secundária de certos cromossomos, os chamados cromossomos organizadores nucleolares. Assim termina a divisão nuclear ou cariocinese, produzindo dois novos núcleos com o mesmo número cromossômico da célula-mãe. A seguir, acontece a divisão do citoplasma ou citocinese. Na região equatorial, a membrana plasmática se invagina, formando um sulco anular cada vez mais profundo, terminando por dividir totalmente a célula.

Intérfase

Intérfase é o período que separa duas mitoses. Tal período caracteriza-se por intensa atividade metabólica, resultante da descondensação cromossômica.

A intérfase é dividida em três períodos (G1, S e G2). O período durante o qual ocorre a duplicação do DNA é chamado de S; G1 (do inglês gap intervalo) é o período que antecede a síntese de DNA, enquanto G2 é o período que sucede a síntese de DNA e antecede a mitose.

O ciclo mitótico

Em G1 ocorre intensa síntese de RNA e proteínas, provocando o crescimento da célula. No período S acontece a síntese de DNA, determinando a duplicação dos cromossomos. No período G2 há pouca síntese de RNA e de proteínas.

O gráfico abaixo mostra a variação da quantidade de DNA no ciclo celular.

Grau de variação da quantidade de DNA no ciclo mitótico

O que é Meiose?

A meiose é um processo de divisão celular em que uma célula diplóide (2n) forma quatro células haplóides (n). A meiose consiste em duas divisões celulares, acompanhadas por uma só duplicação cromossômica.

Organismos simples podem reproduzir-se através de divisões simples. Este tipo de reprodução assexuada é simples e direta e produz organismos geneticamente iguais. A reprodução sexual por sua vez, envolve uma mistura de genomas de 2 indivíduos, para produzir um indivíduo que diferem geneticamente de seus parentais.

O ciclo reprodutivo sexual envolve a alternância de gerações de células haplóides, com gerações de células diplóides. A mistura de genomas é realizada pela fusão de células haplóides que formam células diplóides. Posteriormente novas células diplóides são geradas quando os descendentes de células diplóides se dividem pelo processo de meiose.

Com exceção dos cromossomos que determinam o sexo, um núcleo de célula diplóide contém 2 versões similares de cada cromossomo autossomo, um cromossomo paterno e 1 cromossoma materno. Essas duas versões são chamadas de homologas, e na maioria das células possuem existência como cromossomos independentes. Essas duas versões são denominadas de homólogos. Quando o DNA é duplicado pelo processo de replicação, cada um desses cromossomos é replicado dando origem as cromátides que são então separadas durante a anáfase e migram para os polos celulares. Desta maneira cada célula filha recebe uma cópia do cromossomo paterno e uma cópia do cromossoma materno.

Vimos que a mitose resulta em células com o mesmo número de cromossomas, se ocorre - se a fusão dessas células, teríamos como resultado células com o dobro de cromossomas e isso ocorreria em progressão. Exemplificando: O homem possui 46 cromossomas, a fusão resultaria em uma célula com 92 cromossomas. A meiose desenvolveu-se para evitar essa progressão.

A meiose ( meioum = diminuir ) ocorre nas células produtoras de gametas. Os gametas masculinos e femininos ( espermatozóides e óvulos ) que são produzidos nos testículos e ovários respectivamente as gônadas femininas e masculinas. Os gametas se originam de células denominadas espermatogonias e ovogonias.

A meiose é precedida por um período de intérfase ( G1, S, G2 ) com eventos semelhantes aos observados na mitose.

As espermatogônias e ovogônias, que são células diplóides, sofrem sucessivas divisões mitóticas. As células filhas dessas células desenvolvem ciclo celular, e num determinado momento da fase G2 do ciclo celular ocorrem alterações que levam as células a entrar em meiose e darem origem a células háploides ou seja células que possuem a metade do número (n) de cromossomas da espécie. A regulação do processo meiótico inicia-se durante a fase mitótica, onde observam-se: 1) Período S longo; 2) aumento do volume nuclear. Experimentalmente demonstra-se que eventos decisivos ocorrem em G2, devido a ativação de sítios únicos para a meiose. Podemos definir meiose como sendo o processo pelo qual número de cromossomos é reduzido a metade.

Na meiose o cromossomo produzido possui apenas a metade do número de cromossomos, ou seja somente um cromossomo no lugar de um par de homólogos. O gameta é dotado de uma cópia do cromossoma materno ou paterno.

A meiose é um processo que envolve 2 divisões celulares com somente uma duplicação de cromossomas.

Fases da Meiose

A meiose ocorre apenas nas células das linhagens germinativas masculina e feminina e é constituída por duas divisões celulares: Meiose I e Meiose II.

O esquema geral da meiose

A meiose envolve duas divisões celulares. A primeira divisão meiótica é chamada reducional, pois reduz o número de cromossomos de um estado diplóide (2n) para o haplóide (n). A segunda divisão é chamada equacional e mantém o número haplóide. O processo geral obedece ao seguinte esquema:

Meiose divisão I - Divisão reducional

A meiose I é subdividida em quatro fases, denominadas: Prófase I, Metáfase I, Anáfase I, Telófase I

PRÓFASE I

A prófase I é de longa duração e muito complexa. Os cromossomos homólogos se associam formando pares, ocorrendo permuta (crossing-over) de material genético entre eles. Vários estágios são definidos durante esta fase: Leptóteno, Zigóteno, Paquíteno, Diplóteno e Diacinese.

Leptóteno

Os cromossomos tornam-se visíveis como delgados fios que começam a se condensar, mas ainda formam um denso emaranhado. Nesta fase inicial , as duas cromátides- irmãs de cada cromossomo estão alinhadas tão intimamente que não são ditinguíveis.

Zigóteno

Os cromossomos homólogos começam a combinar-se estreitamente ao longo de toda a sua extensão. O processo de pareamento ou sinapse é muito preciso.

Paquíteno

Os cromossomos tornam-se bem mais espiralados. O pareamento é completo e cada par de homólogos aparece como um bivalente ( às vezes denominados tétrade porque contém quatro cromátides)
Neste estágio ocorre o crossing-over, ou seja, a troca de segmentos homólogos entre cromátides não irmãs de um par de cromossomos homólogos.

Diplóteno

Ocorre o afastamento dos cromossomos homólogos que constituem os bivalentes. Embora os cromossomos homólogos se separem, seus centrômeros permanecem intactos, de modo que cada conjunto de cromátides-irmãs continua ligado inicialmente. Depois, os dois homólogos de cada bivalente mantêm-se unidos apenas nos pontos denominados quiasmas (cruzes).

Diacinese

Neste estágio os cromossomos atingem a condensação máxima.

METÁFASE I

Há o desaparecimento da membrana nuclear. Forma-se um fuso e os cromosomos pareados se alinham no plano equatorial da célula com seus centrômeros orientados para pólos diferentes.

ANÁFASE I

Os dois membros de cada bivalente se separam e seus respectivos centrômeros com as cromátides-irmãs fixadas são puxados para pólos opostos da célula.

Os bivalentes distribuem-se independentemente uns dos outros e, em consequência, os conjuntos paterno e materno originais são separados em combinações aleatórias.

TELÓFASE I

Nesta fase os dois conjuntos haplóides de cromossomos se agrupam nos pólos opostos da célula.

Meiose divisão II - Divisão equacional

A meiose II tem início nas células resultantes da telófase I, sem que ocorra a Intérfase. A meiose II também é constituída por quatro fases:

PRÓFASE II

É bem simplificada, visto que os cromossomos não perdem a sua condensação durante a telófase I. Assim, depois da formação do fuso e do desaparecimento da membrana nuclear, as células resultantes entram logo na metáfase II.

METÁFASE II

Os 23 cromossomos subdivididos em duas cromátides unidas por um centrômero prendem-se ao fuso.

ANÁFASE II

Após a divisão dos centrômeros as cromátides de cada cromossomo migram para pólos opostos.

TELÓFASE II

Forma-se uma membrana nuclear ao redor de cada conjunto de cromátides.

http://www.coladaweb.com/biologia/biologia-celular/mitose-e-meiose
O que é Fotossíntese?

Fotossíntese é um processo físico-químico, a nível celular, realizado pelos seres vivos clorofilados, que utilizam dióxido de carbono e água, para obter glicose através da energia da luz. 12H2O + 6CO2 → 6O2 + 6H2O + C6H12O6.

Este é um processo do anabolismo, em que a planta acumula energia a partir da luz para uso no seu metabolismo, formando adenosina tri-fosfato, o ATP, a moeda energética dos organismos vivos.

A fotossíntese inicia a maior parte das cadeias alimentares na Terra. Sem ela, os animais e muitos outros seres heterotróficos seriam incapazes de sobreviver porque a base da sua alimentação estará sempre nas substâncias orgânicas proporcionadas pelas plantas verdes.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotossíntese

O que é a Fotolíse?

Chama-se fotólise, fotodissociação ou ainda fotodecomposição à dissociação de moléculas orgânicas complexas por efeito da radiação electromagnética.

Na fotossíntese, um dos processos mais importantes é a fotólise da água associada à clorofila: neste processo, energia luminosa é utilizada para separar os átomos que compõem a molécula de água, libertando também elétrons que são depois usados para repor os perdidos pela clorofila na sua excitação. A molécula de oxigénio (O2) resultante é libertada para a atmosfera, como resíduo da reação química.1

A equação química da fotólise da água é: 2H2O → 4H+ + 4e- + O2

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotólise

A fotofosforilação é um processo de síntese de ATP a partir de ADP + fosfato levado a cabo pelas ATP sintases da membrana do tilacoide, nos cloroplastos das células vegetais. É um processo da fase luminosa da fotossíntese no qual se utiliza a energia libertada no transporte de elétrons para bombear prótons desde o estroma para o interior da tilacoide com o fim de criar um gradiente electroquímico, o qual, ao dissipar-se devido à saída de prótons do tilacoide para o estroma através das ATP-sintases, acopla esta energia à fosforilação do ADP para formar ATP. A energia necessária é proporcionada pela luz que é captada pelos pigmentos fotosintéticos.
Tipos[editar]

Existem dois tipos:
Fotofosforilação acíclica. Estão implicados os fotossistemas I e II; o fluxo de elétrons que produz não é cíclico. É sintetizado ATP e NADPH.
Fotofosforilação cíclica. Está implicado só o fotossistema I. realiza-se um bombeamento de hidrogênios do estroma para o espaço tilacoidal, que contribui para criar um gradiente electroquímico de hidrogênios e como tal a síntese de ATP, sem que se produza NADPH.

Um fotossistema é o conjunto mínimo de componentes necessários para levar a cabo o processo de fotossíntese. É um centro de reação que se situa, junto com muitos outros, nas membranas dos tilacoides. Permite receber a energia luminosa e transmiti-la ao longo de uma cadeia de reações que a transforma em energia química.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotofosforilação